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teclado e mouse sem fio

Vale a pena importar teclado e mouse sem fio?

Uma rápida busca em lojas virtuais de informática e outros produtos já apontaria que diversos modelos de teclados e mouses estão entre os itens mais comprados. Com o aumento de pessoas trabalhando remotamente, até mesmo as empresas compram tais produtos para oferecer juntamente à notebooks e outros equipamentos ergonômicos.

Vendidos separadamente ou em kit, teclado e mouse sem fio são eletrônicos simples e disponíveis nas mais diversas cores e configurações. Existem modelos alimentados a pilha e outros com bateria própria, acompanhada de um cabo conector para carregamento. A tecnologia sem fio, viável por uma conexão simples via Wi-Fi ou Bluetooth, é o grande benefício buscado pelos consumidores.

Fora do Brasil, então, é possível encontrar tais itens com preços ainda mais baixos e atrativos. Mas será que vale a pena importar teclado e mouse sem fio? Entenda, a seguir, alguns pontos importantes antes de tomar essa decisão.

Objetivo

Para saber se essa compra vale a pena, é preciso entender que tudo depende da utilização dos equipamentos e até mesmo de quem está comprando. Para uso individual, apesar dos preços atrativos nos sites estrangeiros, a compra não compensa, pois você ainda corre o risco do teclado ou mouse ser barrado na entrada ao país.  

Teclado e mouse sem fio, por utilizarem as tecnologias de transmissão citadas acima, são produtos com certificação compulsória pela Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações. Uma diferença, no caso da importação para uso próprio e individual, é que estes itens podem ser liberados pelo procedimento de Declaração de Conformidade.

Se o objetivo é a revenda do produto no Brasil, é obrigatório obter sua homologação antes de importar. 

Custo-benefício

Antes de importar qualquer coisa, é importante considerar o custo-benefício dessa compra. Para o consumidor final, o preço do teclado ou mouse sem fio pode ser muito interessante, mas a burocracia para receber a encomenda simplesmente não compensa – ou talvez compense, dependendo do bolso e do produto desejado.

Já as empresas que vão importar para vender no Brasil precisam botar tudo no papel e na calculadora: valor da encomenda, valor da venda no país, custos com a certificação e homologação, taxas e impostos da Receita Federal, etc. O investimento vai ter retorno? De quanto? A loja ou ponto de venda já está pronto?

Questione tudo isso e prepare seu planejamento. Se sua empresa for inexperiente nesses trâmites de certificação, homologação e registro, a preparação deve ser ainda mais detalhada.

Procedimentos para Homologação Anatel

Cada produto sob escopo da Anatel tem uma portaria específica. Esse documento orienta todos os procedimentos para a certificação e posterior homologação junto ao órgão. Você precisa preparar toda a documentação da importação e do produto, inclusive trazendo uma autorização do fabricante, para dar entrada no processo de certificação. Ele é conduzido por um Organismo de Certificação Designado (OCD), uma empresa terceirizada autorizada para conduzir os testes e demais avaliações.

Depois da emissão da certificação, inicia-se o processo de registro no sistema próprio da Anatel, aguardando a homologação e liberação para venda. Aproveite e saiba também quem pode solicitar uma Homologação Anatel e como proceder nos casos de produtos importados.

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